Comportamento leitor

As minhas crianças da Educação Infantil adoram histórias, gostam de ouvi-las e de contá-las. Esse livro é o "Era uma vez um lobo mau..." da Bia Villela. A Bia Villela é uma das autoras favoritas dos meus pequenos. 
O desenvolvimento das narrativas não é natural nas crianças, mas sim fruto da experiência socialmente construída, a partir do contato com a escuta e a produção de narrativas. Além de um vasto repertório de histórias, as crianças também podem desenvolver o que chamamos de “comportamentos leitores”.
As crianças podem ser incentivadas a utilizar elementos da  linguagem que se escreve no reconto de narrativas, recontar histórias de repetição e/ou acumulativas com apoio nos livros, preservando os elementos da linguagem que se escreve. Podem aprender a narrar histórias utilizando recursos expressivos próprios e recontar histórias de repetição a partir das narrações do professor.

As minhas crianças da Educação Infantil adoram histórias, gostam de ouvi-las e de contá-las. Esse livro é o "Era uma vez um lobo mau..." da Bia Villela. A Bia Villela é uma das autoras favoritas dos meus pequenos.
Laís Rufino

Laís Vivian Oliveira Rufino é uma educadora negra e influenciadora pedagógica dedicada a promover a alfabetização e a inclusão de narrativas afrocentradas no ensino. Mãe do Daniel, ela realiza os sonhos de seus ancestrais através de seu trabalho como professora em uma escola pública na Maré, onde utiliza metodologias ativas e tecnologias para transformar o aprendizado. Fundadora do projeto Afrobetizar e criadora da HQ Turma do Ubuntu, Laís se propõe a interligar alfabetização e questões raciais, explorando a identidade e a herança cultural. Em sua dissertação de mestrado, defendida em fevereiro de 2024, investigou o percurso da construção de uma afrobetizadora, focando na criação de histórias em quadrinhos que reflitam as vivências e corporeidades das infâncias negras. Com uma abordagem que celebra a diversidade, Laís compartilha seu conhecimento e experiências no Instagram, promovendo o orgulho racial e a leitura de obras que discutem temas étnico-raciais. Com sua paleta de amarelo, amor por adinkras e água doce, ela busca criar um espaço de empoderamento e afirmação cultural na educação.

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