DIA DA ALFABETIZAÇÃO - Alfabetização: 6 práticas essenciais

Fonte: Acervo Pessoal - 2011



A alfabetização é mais do que ensinar letras e palavras; é abrir portas para o conhecimento e empoderar indivíduos a compreenderem o mundo ao seu redor. Neste Dia da Alfabetização, destacamos seis práticas essenciais para apoiar o aprendizado significativo e inclusivo:

Contextualização Cultural: Incorporar elementos da cultura local e representatividade na alfabetização fortalece o vínculo dos alunos com o conteúdo, tornando o aprendizado mais relevante e inclusivo.

Metodologias Ativas: Incentivar a participação ativa, como rodas de conversa e jogos pedagógicos, desperta o interesse e facilita a compreensão.

Uso de Tecnologias: Ferramentas digitais oferecem novas formas de engajamento e recursos visuais que enriquecem a experiência de leitura e escrita.

Alfabetização Sentipensante: Trabalhar as emoções e incentivar reflexões críticas ajuda a construir cidadãos conscientes e sensíveis às questões sociais.

Família e Comunidade: Envolver as famílias e a comunidade no processo cria um ambiente de apoio e reforça a importância da alfabetização no cotidiano.

Educação Antirracista: Incluir práticas que valorizem a diversidade e promovam a igualdade é essencial para uma alfabetização que respeite e represente a todos.

Essas práticas refletem um compromisso com a educação inclusiva e de qualidade, formando leitores críticos e escritores criativos para um futuro transformador.

Texto atualizado pela autora em 27/10/2024.
Laís Rufino

Laís Vivian Oliveira Rufino é uma educadora negra e influenciadora pedagógica dedicada a promover a alfabetização e a inclusão de narrativas afrocentradas no ensino. Mãe do Daniel, ela realiza os sonhos de seus ancestrais através de seu trabalho como professora em uma escola pública na Maré, onde utiliza metodologias ativas e tecnologias para transformar o aprendizado. Fundadora do projeto Afrobetizar e criadora da HQ Turma do Ubuntu, Laís se propõe a interligar alfabetização e questões raciais, explorando a identidade e a herança cultural. Em sua dissertação de mestrado, defendida em fevereiro de 2024, investigou o percurso da construção de uma afrobetizadora, focando na criação de histórias em quadrinhos que reflitam as vivências e corporeidades das infâncias negras. Com uma abordagem que celebra a diversidade, Laís compartilha seu conhecimento e experiências no Instagram, promovendo o orgulho racial e a leitura de obras que discutem temas étnico-raciais. Com sua paleta de amarelo, amor por adinkras e água doce, ela busca criar um espaço de empoderamento e afirmação cultural na educação.

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